Técnica microinvasiva

EPIEletrólise Percutânea Intratissular

Precisão no tecido-alvo com integração ao exercício terapêutico para tendinopatias e lesões crônicas.

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Aplicações clínicas

Principais indicações

Seleção clínica e discussão de riscos/benefícios em consulta

Tendinopatia patelar
Tendinose do Aquiles
Epicondilalgia (cotovelo)
Fasciopatia plantar
Cicatrizes fibróticas
Tendinopatias do ombro

Nota: A EPI é indicada após avaliação criteriosa e quando outras abordagens conservadoras não foram suficientes. Não substitui o exercício terapêutico.

Segurança e precisão

Como funciona a EPI

Tratamento EPI em aplicação

A Eletrólise Percutânea Intratissular (EPI) utiliza uma corrente galvânica através de uma agulha de acupuntura para gerar uma reação eletroquímica no tecido degenerado.

O procedimento é guiado por ultrassonografia para máxima precisão, visando especificamente o tecido lesionado sem danificar estruturas saudáveis adjacentes.

Após a aplicação, inicia-se imediatamente um programa de exercícios terapêuticos para otimizar a regeneração e fortalecer a região tratada.

Perguntas frequentes

Dói?

Pode haver desconforto leve e transitório. Medidas de conforto e técnica adequada são seguidas.

Precisa de repouso?

Geralmente orienta-se redução de carga por curto período e retorno progressivo à atividade.

Quantas sessões?

Varia conforme o caso, tipicamente entre 3 a 6 sessões com intervalos de 7 a 15 dias.

Tendinopatia não resolvida?

Agende uma avaliação para verificar se a EPI é indicada para o seu caso.

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